quarta-feira, 6 de abril de 2011

Salmo 103

Bendize, ó minha alma, ao SENHOR, e tudo o que há em mim bendiga o seu santo nome.
Bendize, ó minha alma, ao SENHOR, e não te esqueças de nenhum de seus benefícios.
Ele é o que perdoa todas as tuas iniqüidades, que sara todas as tuas enfermidades,

Que redime a tua vida da perdição; que te coroa de benignidade e de misericórdia,

Que farta a tua boca de bens, de sorte que a tua mocidade se renova como a da águia.

O SENHOR faz justiça e juízo a todos os oprimidos.

Fez conhecidos os seus caminhos a Moisés, e os seus feitos aos filhos de Israel.

Misericordioso e piedoso é o SENHOR; longânimo e grande em benignidade.

Não reprovará perpetuamente, nem para sempre reterá a sua ira.

Não nos tratou segundo os nossos pecados, nem nos recompensou segundo as nossas iniqüidades.

Pois assim como o céu está elevado acima da terra, assim é grande a sua misericórdia para com os que o temem.

Assim como está longe o oriente do ocidente, assim afasta de nós as nossas transgressões.

Assim como um pai se compadece de seus filhos, assim o SENHOR se compadece daqueles que o temem.

Pois ele conhece a nossa estrutura; lembra-se de que somos pó.

Quanto ao homem, os seus dias são como a erva, como a flor do campo assim floresce.

Passando por ela o vento, logo se vai, e o seu lugar não será mais conhecido.

Mas a misericórdia do SENHOR é desde a eternidade e até a eternidade sobre aqueles que o temem, e a sua justiça sobre os filhos dos filhos;

Sobre aqueles que guardam a sua aliança, e sobre os que se lembram dos seus mandamentos para os cumprir.

O SENHOR tem estabelecido o seu trono nos céus, e o seu reino domina sobre tudo.

Bendizei ao SENHOR, todos os seus anjos, vós que excedeis em força, que guardais os seus mandamentos, obedecendo à voz da sua palavra.

Bendizei ao SENHOR, todos os seus exércitos, vós ministros seus, que executais o seu beneplácito.

Bendizei ao SENHOR, todas as suas obras, em todos os lugares do seu domínio; bendize, ó minha alma, ao SENHOR.

Os Julgamentos Humanos São Falíveis

"Não julgueis, para que não sejais julgados. Pois com o critério com que julgardes, sereis julgados; e com a medida com que tiverdes medido vos medirão também." Mat. 7:1 e 2.
A Bíblia Viva traduz a primeira parte desse texto da seguinte maneira: "Não critiquem, e assim vocês não serão criticados!" Em geral isso pode ser verdade, mas há exceções. Algumas pessoas que nunca condescendem com a crítica aos outros, são criticadas pelos outros assim mesmo. A Bíblia na Linguagem de Hoje diz: "Não julguem os outros para não serem julgados por Deus".

Um dos casos mais incríveis de julgamento errado foi feito por Honoré de Balzac, o prolífico romancista francês. Além de escrever romances, ele se considerava um perito em grafologia - o estudo (não, não é ciência) de textos escritos à mão para determinar o caráter e a personalidade de uma pessoa.

Certo dia, uma senhora levou ao grande escritor um caderno que continha uns rabiscos infantis. Pediu que ele os analisasse.

Depois de esquadrinhar cuidadosamente o texto, o culto homem concluiu que a criança era mentalmente retardada; mas ele quis ser diplomático e perguntou:

- A senhora é a mãe da criança?

- Não, eu não tenho laço nenhum de parentesco com ele - respondeu a senhora.

- Ótimo.

A testa de Balzac enrugou-se. Ele perguntava a si mesmo: "Como posso ser bondoso e ainda assim contar a verdade?" A franqueza venceu.

- A escrita dessa criança dá todos os indícios de imbecilidade. Temo que o menino nunca se torne grande coisa na vida, se é que vai ser alguém.

- Mas, senhor - protestou a mulher - esses rabiscos são seus. O senhor não reconhece a letra? Esse caderno foi seu, quando freqüentava a escola de Vendôme.

Balzac evidentemente não conseguiu reconhecer a própria letra!

Os julgamentos humanos são falíveis e isso é especialmente verdade no que se refere aos motivos. Só Deus pode ler o coração; você e eu não podemos (ver I Sam. 16:7). Não é surpreendente, portanto, que condenemos a nós mesmos quando julgamos os outros em questões nas quais não somos competentes.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

O universo

Certo dia um rapaz estava olhando as estrelas com seu amigo ateu e enquanto os dois admiravam aquela paisagem o amigo cristão começou a falar quão bela eram as estrelas, a lua e todo o céu e como estava feliz por Deus ter criador tudo aquilo.

O amigo ateu não perdeu a oportunidade e começou a explicar como tudo isso era besteira, porque tudo fora criado devido ao Big Bang e as constantes mudanças no decorrer dos tempos e tudo que existe hoje ocorreu por pura evolução aleatória.

O amigo cristão não respondeu nada. Na noite seguinte, o amigo cristão estava no memso lugar admirando as estrelas, só que desta vez ele possuia um telescópio. O amigo ateu, que nunca tinha visto um de perto, pediu para olhar. Ficou admirado com a capacidade do telescópio, como ele permitia ver tudo de perto e bem nitidamente. Então perguntou de onde tinha vindo aquele objeto. O amigo cristão com um ar de indiferença respondeu: "de canto nenhum. Ele apareceu ai"

O amigo ateu ficou abismado com aquela declaração, achando impossível isso ocorrer. "Como pode algo tão belo e tão bem feito ter aparecido do nada? Alguém deve ter criado isso. Algum construtor muito inteligente inventou isso. Me diga, quem foi?" perguntou o ateu.

O amigo cristão, agora com uma ar muito mais seguro respondeu: "se você acha impossível que um objeto desse tenha surgido do nada sem que uma mente inteligente tivesse o criado, como você pode aceitar que todo esse planeta, toda essa galáxia, todo esse universo e todas suas complexidades possam ter surgido assim do nada?"
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